| SEM PLANO 'B' | 02/09/2008 | Imprimir | Pr.Armando Paulo Castoldi
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Quando temos muitos projetos ao mesmo tempo, dificilmente fazemos alguma coisa direito. Também o sonhar demais com coisas distantes nos rouba o foco do momento presente. Em Provérbios 17.24 está escrito: “A sabedoria é o alvo do inteligente, mas os olhos do insensato vagam pelas extremidades da terra”.
Quando trabalhamos com muitos planos alternativos, acabamos nos tornando pessoas confusas e divididas interiormente, o que irá desencadear uma série de atitudes destrutivas, como a dispersividade, a dúvida, a ansiedade, o conformismo, o fatalismo, o medo e o espírito de derrota.
Pessoas bem sucedidas não são aquelas do tipo “faz de tudo um pouco”, mas aquelas que desde cedo revelam-se determinadas em perseguir um único ideal.
Estive pensando sobre tudo isso, porque estou envolvido na busca de soluções para uma instituição que há muitos anos vem se debatendo com freqüentes crises. E, como sempre procuro as soluções na Palavra de Deus, me dei conta que esse princípio funciona não por acaso, mas simplesmente por que é o próprio modo do agir de Deus.
Quero citar apenas alguns dos tantos exemplos bíblicos que confirmam essa tese: 1º) Não havia um plano alternativo para Adão e Eva, como um jardim menor e com algumas “estrelas” a menos, quando eles falhassem: “O Senhor Deus, por isso, o lançou fora do jardim do Éden, a fim de lavrar a terra de que fora tomado. E, expulso o homem, colocou querubins ao oriente do jardim do Éden, e o refulgir de uma espada que se revolvia, para guardar o caminho da árvore da vida” – Gênesis 3.23-24; 2º) Não havia um plano alternativo para Noé, quando Deus decidiu enviar o dilúvio: “Então disse Deus a Noé: Resolvi dar cabo de toda carne, porque a terra está cheia de violência dos homens; eis que os farei perecer, juntamente com a terra. Faze um arca de tábuas de cipreste; nela farás compartimentos e a calafetarás com betume por dentro e por fora” – Gênesis 6.13-14; 3º) Deus não propôs um plano alternativo quando chamou Abraão: “Ora disse o Senhor a Abrão: Sai da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai e vai para a terra que te mostrarei” – Gênesis 12.1; 4º)Deus tinha uma única proposta para Moisés quando apareceu-lhe junto à sarça ardente no deserto: “Vem, agora, e eu te enviarei a Faraó, para que tires o meu povo, os filhos de Israel do Egito” – Êxodo 3.10; 5º) Não havia um plano “B” para a mesma geração de Israel quando se acovardaram em possuir a Terra de Canaã: “Nenhum deles verá a terra que, com juramento, prometi a seus pais, sim, nenhum daqueles que me desprezaram a verá” - Números 14.23; 6º)Josué, ao colocar-se adiante da nova geração nascida nos 40 anos de deserto, sabia que Deus não aceitaria trabalhar com um plano paralelo: “Agora, pois, temei ao Senhor e servi-o com integridade e fidelidade; deitai fora os deuses aos quais serviram vossos pais dalém do Eufrates e no Egito e servi ao Senhor. Porém, se vos parece mal servir ao Senhor, escolhei hoje a quem sirvais ( ...) Eu e minha casa serviremos ao Senhor” – Josué 24.15; 7º) Todos aqueles que são chamados na Bíblia como heróis da fé, possuíam a absoluta noção dessa realidade: “Porque os que falam desse modo manifestam estar procurando uma pátria. E, se, na verdade, se lembrassem daquela onde saíram, teriam oportunidade de voltar” – Hebreus 11.15.
Prezado leitor: Deus age assim! É por isso que esse princípio funciona. E se Deus age assim, pergunto: Será que Ele usaria de outra estratégia na questão mais crucial que envolve o Seu relacionamento com o homem? É claro que o apóstolo Pedro tinha perfeita noção do que estava falando, quando ao anunciar Jesus declarou: “E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos” – Atos 4.12.
JESUS, A OPÇÃO DA VIDA!
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